sábado, 26 de maio de 2012

Silenciar...

Dizer... eu disse, e desde o inicio sabia que não era uma boa idéia, mas o que está feito, está feito. Por outro lado, foi bom descobrir que alguém se importa com a forma como eu me sinto e respeite meus sentimentos, mesmo os mais patéticos. Pela primeira vez, eu não me senti tão idiota.


sábado, 12 de maio de 2012

Confusa ?

Aquela situação que me faz repensar em tudo que pensei que sabia, reavaliar todas as minhas certezas e dar o benefício da dúvda pra sorte. 
Seria realmente feliz se mais uma história se desenrolasse, mas seria perfeito se dessa vez o final tomasse outro rumo. Não sei o que estou esperando, sei lá se vou querer receber flores no dia dos namorados, sei lá se vou querer receber um abraço no dia do amigo. Eu realmente não sei o que quero. Hipocrizia! Sei exatamente o que estou sentindo, sei de todos os riscos e por isso não levo essa história adiante. Só não posso continuar negando que não sinto coisa alguma, porque eu sinto... se foi de propósito ou não, não importa. 
Eu queria uma saída fácil dessa vez, mas sei exatamente o que tenho que fazer... não quero fazer!



segunda-feira, 7 de maio de 2012

Sim... tenho ciúmes de você.

Que atitude egoísta essa minha!
Ele tem todo o direito de gostar de outra garota, afinal somos apenas amigos, mas mesmo sendo egoísmo, não posso evitar me sentir assim.


sexta-feira, 4 de maio de 2012

"O segredo para o fracasso é tentar agradar todo mundo."

Realmente parei de me importar com o que os outros vão achar. Se quiserem me julgar, estejam a vontade, não posso fazer nada para mudar os conceitos alheios, mas garanto que em nada isso me afetará, não mais. 
Ninguém além de mim sabe a respeito da guerra que venho travando comigo mesma desde que comecei a me entender por gente. Pressão, inferioridade, solidão, depressão, são coisas com as quais fui obrigada a lidar. Não culpo meu passado por isso, muito menos os rumos que minha vida tomou, o que eu realmente culpo são as pessoas que me fizeram desbotar, que me tiraram toda e qualquer expectativa de sorrir.
Depois de tanto ser julgada e seguir caminhos que me impuseram, acabei crescendo, não me importo se meu melhor amigo virará a cara pra mim na rua amanhã ou que uma das pessoas muito próximas a mim, comece a espalhar boatos sobre o que fiz, faço ou deixei de fazer. 
Aprendi que pessoas são inconstantes, que precisam se defender, que precisam derrubar um ou outro semelhante de vez em quando para poder se sentir grande, forte, importante. Entendi que cometer erros não é humano, cometer erros é abrir brechas para críticas. Percebi que não importa o quão longe eu chegue, só serei respeitada se obtiver poder o suficiente para derrubar outros indivíduos.
Foi então que me dei conta do lugar que ocupo e que quero continuar ocupando. A menina invisível, que está sempre à disposição, que não pede nada em troca, pelo simples fato de se sentir feliz ao deixar alguém feliz. Meu lugar ao sol pode não estar no mesmo espaço que os grande ocupam, mas com certeza também será iluminado. Isso aqui pode até parecer um discurso de perdedora, mas me sinto bem por ser quem eu sou, me sinto no caminho certo ao optar pela boa vontade ao invés da falsidade.
Estou aqui escrevendo ao mesmo tempo em que tento acalmar uma tempestade dentro de mim, estou segurando o choro que parece ter ficado preso na garganta, suportando as coisas que perdi e que continuo abrindo mão, mas tudo bem, desde que seja por uma boa causa.